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CCC: especialização em Gestão da Cultura e das Artes

Captura de ecrã 2014-03-28, às 10.42.51Informa-se os alunos do 2º ano de Ciências da Comunicação e da Cultura que no próximo ano letivo a especialização em Gestão da Cultura e das Artes vai funcionar no turno de dia.

Saídas profissionais da especialização em Gestão da Cultura e das Artes:

– Funções de programação cultural e direção artística em festivais, câmaras municipais, fundações, associações e empresas culturais;
– Funções de gestão cultural e direção de comunicação em organizações culturais (áreas: Património, Artes plásticas e performativas, Indústrias culturais e criativas);
– Funções de mediação e agenciamento de planos de financiamento à cultura (mecenato, patrocínios, prémios e concursos) a partir de grandes ou médias empresas.

 

Para mais informações visita este blog:

https://programacaoegestaocultural.wordpress.com

contactos coordenação gcartes

ramo de especialização em Gestão da Cultura e das Artes_1º ciclo Ciências da Comunicação e da Cultura (CCC)

coordenação: Prof. Doutor Victor Flores

e-mail: victor.flores@sapo.pt

secretariado: Mestre Jorge Bruno Ventura

email: jorge.bruno@ulusofona.pt

tel: 217515500

sítio de CCC:

http://ccc.ulusofona.pt/

endereço postal:

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação [ECATI]

Campo Grande, 376

1749 – 024 Lisboa

corpo docente | gestão da cultura e das artes_1º ciclo CCC

Amândio Coroado

Produtor de Cinema, Professor Universitário e Consultor de Desenvolvimento de Projectos. Membro do EFA – European Film Academy, desde 2000 ; Coordenador Nacional do EAVE – European Audiovisual Entrepeneurs Professional Training in Project Development for Film Television and the New Media with the support of the Media Plus Programme, de 2002 a 2008; European Producer´s on the move – Cannes 2001.Desde 2002, tem desenvolvido um trabalho como  consultor  para diversas empresas de produção nas áreas de Desenvolvimento, Montagem Financeira e Distribuição (AnimatografoII; C.R.I.M.; Corda Seca; Contracosta). Em 2007 foi Consultor do FICA – Fundo de Investimento do Cinema e Audiovisual.

Isabel Soares de Moura

Investigadora nas áreas dos recursos financeiros à exportação e do desempenho de exportação. É doutoranda no Programa Doutoral de Gestão Geral (ISCTE-IUL). Tem apresentado a sua investigação em conferências internacionais. Em paralelo à experiência académica, Isabel é coordenadora da Área de Business Intelligence da Direção Internacional de Negócio da CGD e tem vasta experiência em projetos empresariais internacionais. Detém Mestrado em Ciências de Gestão, com tese em Internacionalização do Setor Bancário Português.

José Bragança de Miranda

Doutor em Ciências da Comunicação Professor Associado Agregado em Ciências da Comunicação, especialidade de Teorias da Cultura (U. Nova); Professor Catedrático (ULHT)

José Miguel Caissotti

Licenciado em Ciências da Comunicação e da Cultura (ULHT) e pós-graduado em Curadoria e Organização de Exposições de Arte Contemporânea (FBAUL).Desde 1990 colabora com autarquias e instituições culturais, nas áreas de concepção e gestão de projectos, particularmente no campo das artes visuais, programação artística de galerias, programas de ateliers e residências internacionais e programas de apoio à criação e produção artística. Escreve regularmente sobre artes e cultura contemporânea em projectos diversos de divulgação e produção artística independente. Entre 2009 e 2010 assumiu a Direcção de Serviços de Apoio às Artes da Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura.

Luís Cláudio Ribeiro

Luís Cláudio Ribeiro nasceu em 19 de Março de 1961. Estudou Engenharia Florestal, Agronomia e licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa. Nesta mesma universidade concluiu o mestrado em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias com a tese «Viena, Jefferson ou a Tarefa da Decifração» e o doutoramento em Comunicação e Cultura a que deu o título «O Mundo é Uma Paisagem Devastada pela Harmonia». Publicou, desde 1983, sete livros de poemas, três romances e alguns estudos sobre arte e cultura contemporâneas, distribuídos por revistas e jornais da especialidade.

Pedro Cabrita

Professor de Contabilidade Geral das Licenciaturas de Gestão e Economia (DE, ULHT) Licenciatura em Organização e Gestão de Empresas

Rui Matoso

Rui Matoso é docente na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT)- Licenciatura em Ciências da Comunicação e da Cultura/ Gestão da Cultura e das Artes. É formador especializado nas áreas de Patrocínio e Mecenato Cultural. É membro da Academia de Produtores Culturais. É Mestre em Práticas Culturais para Municípios – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa, tendo anteriormente realizado uma Pós-Graduação em Gestão Cultural na ULHT. Alguns dos seus papers, livros e ensaios podem ser consultados em http://grupolusofona.academia.edu/ruimatoso.

Teresa Mendes Flores

Docente de teorias e metodologias da imagem. Tem desenvolvido pesquisa nas áreas da história e teoria da fotografia, do cinema e da cultura visual. Licenciada em Comunicação Social pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa (1992). Mestre em Ciências da Comunicação (1998) com uma tese sobre a experiência cinematográfica, publicada na editora MinervaCoimbra (2007). É doutorada em Ciências da Comunicação (2010) pela mesma Universidade com uma tese sobre os usos cartográficos da fotografia e o imaginário das vistas de cima, fazendo a genealogia dos globos virtuais como o Google Earth. É investigadora no CIMJ (Centro de Investigação em Media e Jornalismo) e no CECL (Centro de Estudos de Comunicação e Linguagem). No CIMJ participa actualmente numa pesquisa sobre a mediatização fotojornalística das deputadas parlamentares portuguesas em três ciclos políticos (PREC, Cavaquismo e Guterrismo). Em Fevereiro de 2012 inicia no CECL um pós-doutoramento que incide sobre as práticas fotográficas das expedições portuguesas a África realizadas pela Sociedade de Geografia de Lisboa desde finais do século XIX

Victor Flores

Victor Flores é doutorado em Ciências da Comunicação, área de Comunicação e Cultura (FCH-UNL, 2009). É Professor Associado na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias onde, desde 1996, lecciona nas áreas da Teoria e Análise de Imagem e da Programação e Gestão Cultural. Nesta instituição é director do 2º Ciclo em Programação e Gestão Cultural e coordenador da especialização em Gestão da Cultura e das Artes do 1º Ciclo em Ciências da Comunicação e da Cultura. É membro investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens (CECL) e do Centro de Investigação em Comunicação, Artes e Novas Tecnologias (CICANT). Em 2007 publicou o seu primeiro livro, intitulado «Minimalismo e Pós-Minimalismo. Forma, Anti-Forma e Corpo na Obra de Robert Morris» na Editora Livros Labcom. Das várias actividades de âmbito académico desenvolvidas nos últimos anos destacam-se a publicação de artigos na área da cultura visual, a organização de conferências, a participação como arguente em júris de mestrado e doutoramento, assim como a preparação de projectos de investigação científica.

 

competências | saídas profissionais

  • concepção, produção e gestão de projectos culturais nas áreas do Património, das Artes plásticas, das Artes performativas e das Indústrias culturais;
  • programação cultural e direcção artística em Festivais, Bienais, Pelouros Autárquicos, Fundações, Associações e Empresas culturais;
  • elaboração de planos de marketing, estratégias de comunicação e de promoção de eventos, produtos ou serviços culturais;
  • desenvolvimento de planos de Financiamento à cultura (mecenato e patrocínios) a partir de grandes ou médias empresas;
  • exercício de funções de jornalismo e de crítica cultural nos meios de comunicação generalistas e especializados, assim como nos sítios da Internet de organizações culturais

a profissão: FAQ’s

O que é um Gestor Cultural?

É quem gere vários recursos (ver resposta seguinte) de forma a cumprir os objectivos e as estratégias de uma organização cultural nas áreas do património, das actividades artísticas e das indústrias culturais e criativas.

Qual a natureza dos recursos implicados no trabalho de um gestor cultural?

Um gestor cultural gere recursos culturais (projectos e autores a que possa recorrer); materiais (sempre que se impõem decisões logísticas: espaços e equipamentos); humanos (necessidade de gerir pessoas e equipas técnicas); financeiros e comunicacionais.

Quais são as funções de um gestor cultural?

Em regra, estão sintetizados na sigla PEVA: Planificação (P) e Execução (E) de um Plano de Acção Cultural em função de objectivos e estratégias (que podem ter sido por ele definidos) e com base em recursos que ele administra. Verificação (V) do cumprimento dos objectivos e Actuação (A) sobre o planificado e o executado.

Qual a importância e visibilidade desta profissão?

Visto que as actuais linhas orientadoras da política cultural passam pela descentralização e pela aposta nas indústrias criativas, necessidades como a optimização de recursos, desenvolvimento de estratégias de parceria, de cooperação e de economia de escala têm interpelado cada vez mais o trabalho dos gestores culturais. Por outro lado, o crescimento do turismo cultural e a emergência de novos Festivais, Encontros e Bienais têm dinamizado o mercado de trabalho da gestão cultural. A proeminência desta profissão resultou da necessidade de fazer circular produções, de gerir recursos financeiros e formar públicos) e de poder articular as produções de pequenas, médias e grandes organizações culturais. De um modo geral, a necessidade das cidades ganharem visibilidade e se auto-promoverem, designadamente através das suas autarquias, sob a «marca» da cultura, tem feito crescer os investimentos na gestão e na programação cultural.

 

o gestor cultural e o programador cultural são parceiros dos criadores

Os criadores (sejam eles escritores, realizadores, actores, pintores ou designers) precisam de fazer chegar as suas obras ao público nas melhores condições possíveis. Precisam de dinheiro, de uma estrutura organizacional, de recursos técnicos e comunicacionais, além de que precisam que as suas obras sejam conjugadas com discursos ou mesmo com outras obras que  contextualizem o seu trabalho e o valorizem.

O gestor cultural e o programador cultural são mediadores entre os criadores e os públicos, mas também, muitas vezes, entre os criadores e o poder político, o que faz deles figuras decisivas para a dinâmica do campo cultural.

A fruição da cultura (do que é novo e arrojado, mas também do que é clássico e tradicional), tal como o acesso à cultura (ao que é produzido fora ou mesmo dentro do país) muito dependem destes profissionais. A sua especialidade é propiciar encontros, ligações entre as pessoas e as suas várias linguagens.

unidades curriculares – especialização em Gestão da Cultura e das Artes

unidades curriculares por ano lectivo | semestre ects
1º ano 2º semestre
Arte, Cultura e Comunicação 5
2º ano 2º semestre
Artes Contemporâneas 5
3º ano 1º semestre
Programação Cultural 6
Estratégia e Mercados Culturais 6
Gestão Orçamental e Financeira 6
Atelier de Economia e Políticas Culturais 6
Aplicações Informáticas para a Gestão Cultural 6
3º ano 2º semestre
Públicos e Equipamentos Culturais 6
Media e Instituições Culturais 6
Marketing e Comunicação Cultural 6
Intervenção e Animação Cultural 6
Seminário de Projecto em Gestão da Cultura e das Artes 6