Archive for the ‘ 3.2. conteúdos ’ Category

novo video culture minds: entrevista a Carlos Martins, Guimarães 2012

Visualize o video da entrevista a Carlos Martins, director executivo de Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura.carlos martins

Carlos Martins está associado a Guimarães 2012 desde a candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura. Contribuiu para o desenho do programa, afastou-se em maio de 2011, acabando por regressar e assumir a direção executiva do evento. É presidente da Agência de Desenvolvimento das Indústrias Criativas, sócio-gerente da OPIUM, empresa de planeamento cultural, territorial e económico, membro do Conselho Nacional de Cultura – Secção das Artes e frequenta o doutoramento em Geografia na Universidade do Porto.

As entrevistas Culture Minds são uma iniciativa do 2º ciclo em Programação e Gestão Cultural da Universidade Lusófona.

 

culture minds entrevista António Pinho Vargas

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António Pinho Vargas, compositor, músico e ensaísta, lançou em 2011 um livro que decorreu do seu doutoramento em Sociologia da Cultura na Universidade de Coimbra e que se intitula ‘Música e Poder. Para uma Sociologia da Ausência da Música Portuguesa no Contexto Europeu’.

Neste livro explica como Portugal ficou excluído da vida musical europeia, dos seus discursos e das suas programações. Mas expõe também como fomos incapazes de resistir ao cânone musical que a Europa criou a partir de países como a Inglaterra, a França ou a Alemanha.

António Pinho Vargas refere-se com frequência a uma subalternidade portuguesa ao que ‘vem de fora’ e a uma compulsão nacional em procurar referências no exterior. Se uma tal mentalidade poderá ser entendida como síndroma do nosso isolamento durante o Estado Novo, cabe-nos saber como ultrapassá-lo e, mais especificamente, como a música portuguesa pode ultrapassar essa espécie de ‘medo de existir’, como José Gil lhe chamou.

 

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A entrevista culture minds com António Pinho Vargas tem lugar amanhã, 29 de Maio, às 14h30 no Estúdio Q. Entrada livre.

para mais informações sobre António Pinho Vargas:

www.antoniopinhovargas.com

newsletter ENCATC (nº2, 2013): festivais, estágios, políticas culturais, etc

 

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Consulte aqui:  ENCATC_NEWSLETTER_2013_N2

10 razões para apoiar as artes em 2013 (numa única página!)

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por Randy Cohen

 “ There is an old quote attributed to John Montagu, 4th Earl of Sandwich:“If any man will draw up his case, and put his name at the foot of the first page, I will give him an immediate reply. Where he compels me to turn over the sheet, he must wait my leisure.”

This was the charge given to me by a business leader who needed to make a compelling case for government and corporate arts funding:

“Keep it to one page, please,” was his request. “I can get anyone to read one page.”

With the 2013 arts advocacy season once again upon us, the following is my updated Top 10 Reasons to Support the Arts:

1. True prosperity…The arts are fundamental to our humanity. They ennoble and inspire us—fostering creativity, goodness, and beauty. The arts help us express our values, build bridges between cultures, and bring us together regardless of ethnicity, religion, or age. When times are tough, art is salve for the ache.

2. Improved academic performance…Students with an education rich in the arts have higher GPAs and standardized test scores, lower drop-out rates, and even better attitudes about community service—benefits reaped by students regardless of socio-economic status. Students with four years of arts or music in high school average 100 points better on their SAT scores than students with one-half year or less.

3. Arts are an industry…Arts organizations are responsible businesses, employers, and consumers. Nonprofit arts organizations generate $135 billion in economic activity annually, supporting 4.1 million jobs and generating $22.3 billion in government revenue. Investment in the arts supports jobs, generates tax revenues, promotes tourism, and advances our creativity-based economy.

4. Arts are good for local merchants…The typical arts attendee spends $24.60 per person, per event, not including the cost of admission on items such as meals, parking, and babysitters. Attendees who live outside the county in which the arts event takes place spend twice as much as their local counterparts ($39.96 vs. $17.42)—valuable revenue for local businesses and the community.

5. Arts are the cornerstone of tourism…Arts travelers are ideal tourists—they stay longer and spend more. The U.S. Department of Commerce reports that the percentage of international travelers including museum visits on their trip has increased from 17 to 23 percent since 2003, while the share attending concerts and theater performances increased from 13 to 16 percent (only 7 percent include a sports event).

6. Arts are an export industry…U.S. exports of arts goods (e.g., movies, paintings, jewelry) grew to $64 billion in 2010, while imports were just $23 billion—a $41 billion arts trade surplus in 2010.

7. Building the 21st Century workforce…Reports by the Conference Board show creativity is among the top 5 applied skills sought by business leaders—with 72 percent saying creativity is of high importance when hiring. The biggest creativity indicator? A college arts degree. Their Ready to Innovate report concludes, “…the arts—music, creative writing, drawing, dance—provide skills sought by employers of the 3rd millennium.”

8. Healthcare…Nearly one-half of the nation’s healthcare institutions provide arts programming for patients, families, and even staff. 78 percent deliver these programs because of their healing benefits to patients—shorter hospital stays, better pain management, and less medication.

9. Stronger communities…University of Pennsylvania researchers have demonstrated that a high concentration of the arts in a city leads to higher civic engagement, more social cohesion, higher child welfare, and lower poverty rates. A vibrant arts community ensures that young people are not left to be raised solely in a pop culture and tabloid marketplace.

10. Creative Industries…The Creative Industries are arts businesses that range from nonprofit museums, symphonies, and theaters to for-profit film, architecture, and design companies. An analysis of Dun & Bradstreet data counts 905,689 businesses in the U.S. involved in the creation or distribution of the arts that employ 3.35 million people—representing 4.4 percent of all businesses and 2.2 percent of all employees, respectively (get a Creative Industry report for your community on our site). 

11. What is Your Number 11?…

 

 

culture minds: entrevista alunos Mestrado em Programação e Gestão Cultural

No quinto programa Culture Minds, Teresa Oliveira, docente da ULHT, entrevista três alunas do 2º ciclo em Programação e Gestão Cultural com o propósito de relatarem as suas experiências no curso, os projectos e as investigações que estão a desenvolver. Marta Araújo, Sandra Martins e Margarida Branco, oriundas de diferentes formações, analisam o curso, a sua competitividade e o seu contributo para o exercício das profissões do campo cultural na actualidade.  Visualize o vídeo aqui.

 

culture minds: entrevista a Mark Deputter e Giacomo Scalisi | ‘redes culturais: o que são e para que servem?’

Visualize a gravação do quarto programa desta primeira série de entrevistas: Teresa Flores entrevista Giacomo Scalisi e Mark Deputter para debater o tema ‘Redes Culturais: o que são e para que servem?’ A entrevista dá voz às experiências destes programadores nas redes culturais em que trabalham: ‘movimenta-te’ e ’5 sentidos’, respectivamente. Que benefícios e desafios resultam de um trabalho em rede? Até que ponto se impõe a necessidade de modelos cooperativos e multi-escala para a programação e gestão cultural? Aceda aqui ao vídeo.

mestrado em Programação e Gestão Cultural: candidaturas 2012/13

Com um corpo docente experiente e altamente qualificado, o 2º ciclo (mestrado) em Programação e Gestão Cultural é uma oportunidade de formação superior única em Portugal por conjugar a especialização em programação cultural com a gestão cultural. Prepara os seus alunos a desenvolver um projeto cultural e a implementá-lo no contexto mais indicado para o seu sucesso. Acompanha os seus alunos em linhas de investigação articuladas com esses projectos, promovendo ainda o contacto com agentes culturais diversificados, assim como com programações originais e competitivas.

Principais áreas de formação: Programação Cultural | Políticas Culturais | Públicos da Cultura | Marketing, Comunicação e Media | Recursos Humanos | Fotografia, Cinema e Artes Performativas| Produção Cultural | Gestão Orçamental e Financeira | Direito para as Organizações Culturais | Projecto

Para mais informações consulte:

O site oficial do curso:

http://www.ulusofona.pt/  [seguir os seguintes passos – 1º: O que temos; 2º: mestrados]

O blog do curso:
https://programacaoegestaocultural.wordpress.com/

Consulte o novo valor das propinas para o ano lectivo 2012/13:

http://www.ulusofona.pt [seguir os seguintes passos- 1º: Quero estudar na Lusófona; 2º Faz as contas; 3º Propinas

para mais informações: odete.soares@ulusofona.pt